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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Amor (ou diálogo que cresce de dentro pra fora e de baixo pra cima)
Ah, meu, não tenho muito o que falar disso. Eu tava esperando uma coisa, tava com a cabeça em um lugar, você em outro. Eu te disse. Eu tava apaixonada, você não [...] a gente escolheu ficar enquanto partia [...] você pra dentro desta cidade; eu, pra fora [...] Não sabia que ia viver um negócio assim, essa atenção[...]
Namorei com um cara, inclusive, diretor de teatro, uns 40 anos. Foi bacana, agora já acho que não sei. [...] Como por quê? O que um diretor faz? Ele manda. Autoritário, meio perigoso pra mim. Ficou sem resolver até o fim do ano. Tá tudo meio assim. [...]
É que, bom, é complicado. Eu saí de lá da minha tia, aconteceu tudo isso e, agora, tô ficando na casa de um amigo. [...]
Mas é outra a vida lá. É outra coisa. O tempo passa devagar, todo mundo sabe da vida de todo mundo. Bom pra ficar consigo, acompanhado, vários conhecidos, mas sozinho, pensando [...] E tem essa: muita fofoca. Juro. Eles vão perguntando as coisas de um jeito, na gentileza, e, quando você viu, já falou mais do que queria e eles sabem tudo de você e você nada deles [...]
É verdade isso. Não é brincadeira. [...] Vamos, o sol tá quente... ali por baixo da praça é melhor, só falar oi pros meus amigos ali do outro lado [...] Ele me perguntou se você era do DENARC, acredita?
Com a minha mãe. A gente deu uma volta aqui pelo bairro, na virada. Bastante gente na rua, foi legal. Fazia tempo que eu não passava aqui em São Paulo [...] Não, eu tentei ir com uns amigos e não consegui, eles atrasaram. Comprei o ingresso e tudo. Perdi [...] Este sábado à noite? [...]
Desculpa a demora, tava procurando o guarda-chuva e... eu sei que não dá nem um quarteirão [...]
Mas, sabe o que é? É que é meu último dia aqui, combinei de ver uns amigos. A gente vai ou não? Será que a gente chega? Até o Eldorado é quinze minutos de ônibus. Pode não dar [...]
Ver um filme aqui é legal também [...]
Não é verdade que da outra vez eu também tirei o sapato e abri sem pedir licença. É? [...]
Acho que a gente nunca vai ter que pedir licença um pro outro [...] Daquele seu blog, por exemplo, o segundo, eu tinha a impressão de que você estava muito triste [...]
Vou te falar como se diz "entrar sem pedir licença" em uma palavra azul-escura [...]
[...] você põe letra?
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